O país importou até maio deste ano, US$ 157,8 milhões em gás natural liquefeiro (GNL) para complementar a oferta de gás natural. Esse montante corresponde à compra de 886,8 mil m³ do combustível, em estado líquido. O dado está no Boletim de Acompanhamento da Indústria do Gás Natural, do MME. Após regaseificado, o volume correspondente importado do exterior entre janeiro e maio é de 532,1 milhões de m³.
Fevereiro foi o mês de maior movimentação de GNL do ano, quando foram importados US$ 75 milhões do hidrocarboneto, o que significa a compra de um volume regaseificado injetado na malha de 263,6 milhões de m³.
Já o preço médio pago pela compra do produto no exterior foi de US$ 7,55 por milhão de BTU, considerando o valor do combustível entregue, sem os custos do frete e do seguro. O GNL mais caro comprado até este mês foi dos Estados Unidos, que tem ficado em torno de US$ 8,90 por milhão de BTU.
A tendência é que as importações cresçam, diante do plano da Petrobras de compensar com GNL o gás natural que deixará de ser produzido pelo campo de Mexilhão, que ficará paralisado até o próximo mês. A Petrobras informou que o terminal da Bahia terá a capacidade ampliada, de 14 milhões de m³/dia, para 20 milhões de m³/dia de gás.
Fonte: Brasil Energia Online
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