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Governo e Eneva irão viabilizar gás natural para uso industrial e veicular no Maranhão

O secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplício Araújo, anunciou nesta quinta-feira (24) que o Governo assinou Termo de Cooperação com a empresa Eneva, para viabilizar novos usos do gás natural produzido no Maranhão a partir da cidade de Bacabal.

O Governo e a empresa vêm trabalhando conjuntamente desde 2015 para ampliar a produção de gás natural no Maranhão, visando garantir o uso do gás para indústrias e veículos, em especial transporte de passageiros. Atualmente o gás natural produzido no estado é utilizado para geração de energia elétrica, no complexo termelétrico da empresa, instalado em Santo Antonio dos Lopes.

A equipe do secretário Simplício e a Eneva vêm discutido as diretrizes do programa Novo Mercado de Gás, uma iniciativa do Governo Federal que busca a implantação de medidas efetivas para ampliar a competitividade do setor de gá natural no país. O governo se propôs a adotar tais diretrizes, trzendo amior competitividade e estímulo ao desenvolvimento do mercado local e permitindo o fornecimento desta riqueza natural também para uso industrial e veicular no Maranhão.

As tratativas sobre usos alternativos passarão por revisões na legislação estadual e adequações para serem consideradas pela Agência Nacional do Petróleo como produção marginal. O Governo do Estado vai enviar nos próximos dias a Assembleia Legislativa do Maranhão os aprimoramentos no marco jurídico e regulatório do Estado.

Construído pela Seinc, o Termo de Cooperação pretende dar viabilidade à oferta de gás natural para uso industrial e veicular a partir da produção no Campo de Morada Nova, localizado em Bacabal. Simplício Araújo arma que “além de sair na frente de outros estados no tocante a abertura do mercado de gás natural no Brasil, o Governo Flávio Dino traz para o Maranhão e em especial para a região de Bacabal”.

Ele destacou também a “nova perspectiva econômica, com possibilidade de oferta de gás veicular e principalmente do gás para a indústria, o que pode atrair empresas de grande porte e mudar a matriz energética de muitas já instaladas em nosso estado, trazendo maior vantagem competitiva aos empreendimentos”, disse.

 

Fonte: Jornal Pequeno (MA)

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