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Sulgás: Hospital em Farroupilha inicia o consumo de gás natural

O Hospital Beneficente São Carlos (HBSC), de Farroupilha, iniciou nesta semana o consumo do gás natural, combustível que garante maior eficiência, versatilidade e otimização de sistemas que demandam energia térmica ou elétrica. A entrega do gás será feita diretamente pela rede canalizada da Sulgás, que vem investindo no município para ampliar o atendimento a clientes comerciais, industriais e veiculares. “Uma das grandes vantagens do gás natural é a praticidade do fornecimento contínuo, que garante a entrega de forma ininterrupta, sem a necessidade de reabastecimento de centrais de gás, por exemplo, o que também auxilia no distanciamento social necessário neste momento”, explica o diretor-presidente da Sulgás, Carlos Camargo de Colón. O gás natural será utilizado na cozinha, na calefação e na lavanderia da instituição de saúde. “Temos clientes que também utilizam o gás natural em geradores ou em sistemas de cogeração”, afirma o dirigente. Outro benefício é em relação à sustentabilidade, pois com o gás natural é possível reduzir as emissões de poluentes.

“Além da economia que esta boa parceria com a Sulgás representa para o nosso hospital, estamos atentos às ações sustentáveis, e o mais importante, focados em oferecer saúde aos nossos pacientes também pelo conforto proporcionado pelo consumo do gás natural”, declara a superintendente geral do Hospital Beneficente São Carlos, Janete Toigo. O Hospital Beneficente São Carlos, de Farroupilha, é um hospital privado filantrópico, referência na alta complexidade de traumatologia e ortopedia para 34 municípios da região, que concentram uma população de mais de 500 mil pessoas. O hospital possui 120 leitos de atendimento e duas UTIs, sendo uma específica para atendimento a COVID-19, com 10 leitos disponíveis. Em média, são realizados 20 mil atendimentos por mês, entre consultas, cirurgias e emergências.

Benefícios do gás natural para o hospital

Praticidade: o fornecimento canalizado e contínuo de gás natural elimina a necessidade de centrais de gás, botijões e suas frequentes reposições.

Segurança no fornecimento: por ter fornecimento contínuo, o risco de faltar gás é bem reduzido. As instalações do gás são seguras, construídas ou instaladas a partir de normas existentes e com rígidos controles de segurança. O gás natural é mais leve que o ar, em caso de vazamento, ele sobe e se dissipa rapidamente na atmosfera, reduzindo riscos de acidentes. Segurança associada à saúde: por ser distribuído por rede canalizada, não há circulação de pessoas para a realização de reposições, auxiliando na diminuição da disseminação de vírus de qualquer natureza, em ambiente hospitalar. Além disso, o gás natural não é tóxico, em caso de vazamento, não há danos à saúde.

Redução de custos operacionais: a queima limpa do gás natural ajuda no aumento da vida útil dos equipamentos. Não há armazenamento, portanto, não há gastos com a limpeza de tanques que seria utilizados para armazenar combustíveis. Os sistemas e equipamentos que operam a gás natural reduzem os custos com energia e manutenção. O valor reduz de acordo com o volume consumido – quanto maior o consumo, menor o preço do metro cúbico. A cobrança se dá sobre o efetivo consumo.

Eficiência energética: com alto rendimento térmico, o gás natural apresenta combustão completa, não gera resíduos nem perda de combustível.

Melhor para o meio ambiente: o gás natural, por sua composição, apresenta o que se chama de combustão completa, com baixíssima emissão de poluentes e de dióxido de carbono (CO2) – principal causador do efeito estufa.

 

Fonte: Sulgás / Comunicação

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