A volatilidade no mercado de combustíveis no Golfo do México se intensificou e fez com que o preço do diesel voltasse a registrar defasagem em relação ao mercado brasileiro, depois de ter ficado 6% abaixo dos preços da Petrobras.
A indicação de que não houve progresso na rodada de negociações entre representantes russos e ucranianos, para colocar um fim no conflito no Leste Europeu, fez com que o diesel subisse junto com o petróleo na manhã desta quinta.
Depois de abrir mostrando uma pequena diferença em relação ao diesel vendido pelas refinarias da Petrobras, de apenas 2% para baixo, o mercado virou e passou a registrar uma defasagem de 4% para cima. Ou seja, para se equiparar ao mercado externo a estatal teria que dar um aumento de R$ 0,20 no diesel. No caso da gasolina, a defasagem é de 9%, e para equalizar com o mercado internacional a Petrobras teria que dar um aumento de R$ 0,40.
Fonte: Broadcast / Ag.Estado
Related Posts
Preço interno mais alto da gasolina e diesel abrem janelas para importação, diz Abicom
Segundo levantamento da Abicom, o preço do petróleo retomou o viés de queda observado antes do ataque norte-americano à Venezuela, elevando a vantagem para importação de diesel e gasolina para o mercado...
Ticket Log: diesel fecha dezembro com preço estável após 239 dias sem reajuste da Petrobras
O diesel comum e o S10, menos poluente, fecharam dezembro estáveis em relação ao mês anterior, com preço médio nos postos de abastecimento de R$ 6,19 e R$ 6,22 o litro, respectivamente, segundo o Índice de...

