A indústria química brasileira recebeu com otimismo o anúncio da Petrobras acerca dos novos modelos de venda de gás natural às distribuidoras.
Em nota, o presidente-executivo da Abiquim, André Passos Cordeiro, destaca que o formato atual não atendia às demandas do setor. Pela nova proposta, serão dez modelos diferentes, com cinco prazos distintos e dois indexadores.
“As alternativas apresentadas pela Petrobras apontam, possivelmente, uma perspectiva de mudança na direção de rever a situação de altos preços”, comentou o executivo. “Saudamos a intenção de flexibilizar a política, chamando a atenção, no entanto, que elas precisam resultar efetivamente em preços mais competitivos”, complementou.
A Abiquim vai avaliar os impactos da mudança na indústria, assim que os detalhes forem conhecidos, e ressalta que é preciso também “assegurar preços competitivos para as fases de transporte e distribuição” do gás.
Fonte: Valor Online
Related Posts
Discutir harmonização é melhor que aguardar decisão do STF sobre conflitos na regulação do gás natural, diz Abar
A proximidade com as eleições pode contaminar as discussões sobre o pacto pela harmonização regulatória no mercado de gás natural este ano. A criação de um fórum de diálogo entre estados e União, porém,...
O espelho retrovisor e o impasse do gás: quando a busca pela modicidade tarifária destrói a infraestrutura futura
Em artigo publicado no portal da agência eixos, o pesquisador do Instituto de Energia e Ambiente da USP, Delanney Di Maio, pergunta Se o Estado brasileiro pode exigir investimentos bilionários em ativos...

