A Eneva está de olho no gás do pré-sal. Em apresentação divulgada na quarta-feira (02), a empresa destaca que a abertura do mercado facilitará a contratação direta do insumo de produtores offshore, próximo ao maior centro de carga do país.
“O conhecimento combinado em geração de energia e em E&P garante à Eneva uma posição vantajosa”, afirma a companhia, que já tem experiência utilizando o gás de seus campos na Bacia do Parnaíba para abastecer suas usinas térmicas no Maranhão.
Outra frente de expansão dos negócios em vista é o GNL importado, com o aproveitamento de estruturas existentes e novas em portos no Norte e no Nordeste, a fim de equilibrar o sistema, tendo em vista a intermitência de projetos solares e eólicos.
A companhia planeja ainda ampliar os clusters de Azulão (AM) e do Paranaíbacom áreas adquiridas pelo regime de oferta permanente da ANP. Na primeira sessão realizada pela agência, em setembro, a companhia, adquiriu seis blocos na Bacia do Paranaíba, onde tem novas sísmicas programadas.
Na Bacia do Amazonas, estão em curso o reprocessamento e interpretação sísmica da área de Azulão, onde a Eneva replicará o modelo Reservoir to Wire (R2W), com uma usina térmica abastecida pelo gás que será produzido no campo.
Fonte: Brasil Energia
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