O petróleo deu início à última semana de abril com uma sessão em terreno negativo, nesta segunda-feira (25). No mês, até agora, a commodity acumula perdas e, se assim terminar esta semana, terá o primeiro mês em território negativo após quatro meses consecutivos de altas. O pessimismo que dominou as negociações veio principalmente das informações sobre um surto de covid-19 em Pequim. O temor é que a capital chinesa siga os passos de Xangai e adote lockdowns para controlar a doença. Com bloqueios rigorosos, reduz a demanda pela commodity, seja pelas fábricas e indústrias ou pelos transportes da população. No fim da sessão desta segunda, os preços dos contratos para julho do Brent, a referência global, fechou em queda de 3,76%, a US$ 102,16 o barril, na ICE, em Londres, enquanto os preços dos contratos para junho do WTI, a referência americana, caíram 3,46%, a US$ 98,54 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex).
Fonte: Valor Online
Related Posts
Petróleo avança diante de novas tensões no Estreito de Ormuz
Os contratos futuros do petróleo tiveram forte alta nesta terça (07), com investidores embutindo maior prêmio de risco nos preços diante de uma nova escalada de tensões no Oriente Médio, atrapalhando a...
Petróleo cai com aumento de produção e corte de preço saudita
Os contratos futuros do petróleo terminaram o dia no negativo nesta segunda (06), enquanto o tráfego marítimo segue pelo Estreito de Ormuz e após o maior corte em mais de 20 anos nos preços do principal...

