Contrato assinado entre a Gasmig, vinculada ao governo estadual, e a Petrobras permite equiparar o preço do gás combustível no mesmo patamar praticado em São Paulo. Historicamente, o estado mineiro possuía valores, em média, 15% superiores ao do mercado paulista.
A negociação faz parte da chamada ‘Nova Lei do Gás’, que foi aprovada na Câmara Federal e segue para apreciação no Senado.
Presidente da Gasmig, Pedro Magalhães destaca que a redução média do preço do gás de combustível que chega ao consumidor está entre 10% e 15%. “Hoje, com R$ 50, você roda 122 km com gasolina ou álcool e 245 km com carro a gás”, exemplifica.
O acordo firmado com a Petrobras também atinge o gás de cozinha. Embora o próximo reajuste do produto esteja planejado para fevereiro do ano que vem, o presidente da Gasmig não descarta redução ainda em 2020. “Não está fora a gente antecipar o reajuste. Estamos estudando isso”.
Fonte: Rádio Itatiaia (MG)
Related Posts
Discutir harmonização é melhor que aguardar decisão do STF sobre conflitos na regulação do gás natural, diz Abar
A proximidade com as eleições pode contaminar as discussões sobre o pacto pela harmonização regulatória no mercado de gás natural este ano. A criação de um fórum de diálogo entre estados e União, porém,...
O espelho retrovisor e o impasse do gás: quando a busca pela modicidade tarifária destrói a infraestrutura futura
Em artigo publicado no portal da agência eixos, o pesquisador do Instituto de Energia e Ambiente da USP, Delanney Di Maio, pergunta Se o Estado brasileiro pode exigir investimentos bilionários em ativos...

