O economista e especialista em óleo gás Adriano Pires estuda se será possível aceitar o convite para ser o presidente da Petrobras. Pesa na decisão de Pires uma exigência hoje que parece ser incontornável: deixar sua empresa CBIE sob comando de seu filho, Pedro Rodrigues Pires, hoje sócio-diretor do empreendimento.
A Lei 13.303/2016, conhecida como Lei das Estatais, impede que um executivo da empresa tenha parentes atuando no mercado para empreendimentos que possam ser considerados concorrentes.
Hoje, o CBIE informa em seu site que presta ou prestou serviços para várias empresas (“confiam no CBIE”) que atuam no setor de energia. Entre os clientes estão, entre outras, AES Eletropaulo, Ale, Braskem, Celpe, Chevron, Comerc Energia, Comgás, Coopersucar, Cosan, CPFL Energia, Dommo Energia, Eneva, Engie, Exxon Mobil, Energisa, Golar, Ipiranga, NeoEnergia, Parnaíba Gás Natural, Plural, Raízen, Shell, Supregrasbras, Ultra, Ultra, Ultragás e Unica.
Pires já conversou com o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque a respeito do tema.
O Poder360 perguntou a Albuquerque se estava tudo certo ou se poderia haver alguma mudança nas indicações para o Conselho de Administração da Petrobras. O ministro respondeu: “As indicações foram feitas e agora está se cumprindo o rito processual até o dia 13. Por enquanto, tudo normal”.
Neste domingo (03), já houve uma baixa entre os indicados para o conselho da estatal. O empresário Rodolfo Landim declinou do convite para ser presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
As indicações de Landim e de Adriano Pires haviam sido formalizadas em 28 de março de 2022.
Fonte: Poder 360
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