Minimizar o impacto ambiental gerados pelas obras de implantação do Sistema de Distribuição de Gás Natural – Centro Oeste é uma preocupação da Gasmig. Afinal, ações para minimizar estes impactos está previsto, também, na estratégia ESG da Companhia, além de ser uma das condicionantes ambientais exigidas no Licença Ambiental do Projeto Centro Oeste. O resgate de flora é um serviço que consiste na remoção e realocação de espécies vegetais de uma área que está sendo impactada por atividades humanas, como obras de construção ou desmatamento. O objetivo é preservar a diversidade vegetal e proteger espécies raras ou ameaçadas de extinção. Dentro da ação de Gestão Ambiental da Gasmig – através da gerência de Projetos e Gestão Ambiental, está sendo desenvolvido um Plano de Sustentabilidade, que será uma jornada contínua de desenvolvimento ambiental, social e institucional, por essência colaborativa e plural.
Medidas
O Plano de Resgate de Flora, que envolve a coleta de indivíduos vegetativos e posterior relocação para áreas florestadas adjacentes, visa a minimização dos impactos no meio biótico durante a etapa de supressão de vegetação. O resgate de flora é uma estratégia de conservação e manejo da vegetação nativa, que busca reduzir impactos da implantação de empreendimentos públicos ou privados, assim como obras de infraestrutura. Além disso, os indivíduos realocados são monitorados por um período definido, garantindo o acompanhamento do seu desenvolvimento e contribuindo para o sucesso da mitigação ambiental. Dessa forma, cuidar da fauna e da flora nativas é uma precaução de todos os envolvidos na tarefa de levar o gás natural para todos os mineiros.
Benefícios do resgate de flora
É quase regra a solicitação pelos órgãos ambientais licenciadores o transplante de dois grupos de vegetais: indivíduos de espécies com algum grau de ameaça de extinção, conforme as listas estaduais e/ou nacionais da flora ameaçada; e os indivíduos de espécies protegidas por alguma legislação específica. O porte dos espécimes a serem resgatados pode variar, desde indivíduos pequenos como bromélias, que se desenvolvem sobre os galhos de árvores, até o transplante de indivíduos de grande porte como Cedro rosa e Jacarandá da Bahia. Para cada porte existente existe uma metodologia apropriada de remoção, acondicionamento e realocação dos espécimes. As ferramentas e equipamentos envolvidos podem variar desde pequenas espátulas, passando por equipamentos de escalada, até o uso de retroescavadeiras e caminhões. A eficácia ou não dos transplantes está diretamente relacionada com o planejamento prévio das técnicas a serem empregadas ao longo do processo. O conhecimento da ecologia das espécies envolvidas no processo também é fundamental, havendo um rol de espécies pouco tolerantes a transplantes, com índices de sobrevivência não elevados, devendo os cuidados com estas serem redobrados.
Fonte: Gasmig / Comunicação
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