A defasagem dos preços da gasolina frente ao mercado internacional atingiu 88% nas refinarias da Petrobras, segundo a Abicom, indicando potencial alta de R$ 2,22 por litro. Apesar da pressão, a menor dependência de importações no Brasil tem limitado repasses imediatos. A janela de importação segue fechada há 69 dias para gasolina e 112 dias para diesel. No diesel, a defasagem chegou a 52%, com potencial aumento de R$ 1,87 por litro. Enquanto isso, a Petrobras elevou o QAV em 18% e o gás natural em 19,2% em maio. A política comercial atual prioriza negociações diretas, substituindo a paridade de importação. Já a Refinaria de Mataripe, da Acelen, mantém o PPI e realizou novos reajustes na semana passada.
Fonte: Agência Estado
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