A Abegás defende que a regulamentação da Lei 15.504/2026, que criou o Redata, preserve a possibilidade de uso do gás natural no abastecimento energético dos empreendimentos. Segundo a associação, eventuais portarias ou decretos não devem estabelecer restrições que reduzam a flexibilidade prevista no texto aprovado pelo Senado em 1º de setembro.
Para a entidade, a manutenção do gás natural é necessária para garantir segurança energética e competitividade aos datacenters, que operam continuamente e demandam confiabilidade e redundância no fornecimento. A Abegás argumenta que fontes renováveis variáveis, como solar e eólica, exigem complementação por fontes firmes e despacháveis.
A associação também defende que a regulamentação do Redata observe princípios de neutralidade tecnológica, metas ambientais e liberdade de escolha dos empreendedores.
“O gás natural garantirá que os investidores do setor tenham liberdade para contratar uma opção energética competitiva, estável e, principalmente, que traga segurança energética para os projetos e empreendimentos”, afirma Marcelo Mendonça, diretor executivo da Abegás.
Fonte: EnergiaHoje
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