Se a turbulência boliviana vier a afetar o fornecimento de gás ao Brasil, é possível ampliar a importação de outros países, sem grandes impactos de preço, segundo Pedro Franklin, diretor da Comerc Energia. Ele avalia que, hoje, o vizinho é menos estratégico do que no passado e que o Brasil só tem usado metade da capacidade do gasoduto que liga os dois países.
Fonte: Folha de S.Paulo / coluna Painel
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