A disparada do preço internacional de petróleo com o aumento da tensão com a guerra da Rússia contra a Ucrânia levou o governo do presidente Jair Bolsonaro a começar a discutir, incluindo com o Congresso, o congelamento temporário do preço de combustíveis pela Petrobras. O Estadão apurou que o custo de não repassar a alta do petróleo no mercado internacional seria bancado pela Petrobras e, em última instância, pelos seus acionistas. Um dos argumentos que ganha força no governo é o de que a empresa tem custo em real e pode segurar o reajuste nesse período de instabilidade da guerra depois do lucro elevado do ano passado, que recheou os bolsos dos acionistas minoritários.
Fonte: Broadcast / Ag.Estado
Related Posts
Preço dos combustíveis cai em quase todo país em junho com destaque para etanol, aponta IPTL
Segundo levantamento do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), os preços dos combustíveis recuaram em praticamente todo o país durante o mês de junho, com destaque para o etanol, que registrou a maior...
Preços dos combustíveis recuam em junho, mas pressões ainda persistem, aponta Veloe e Fipe
Levantamento da Veloe em parceria com a Fipe mostrou que os preços dos combustíveis voltaram a recuar em junho, impulsionados principalmente pela queda de 4,7% no etanol hidratado, favorecida pelo avanço da...

