O custo do gás para a Comgás em 2023 tende a ser menor que no ano passado, o que poderá baratear seu preço ao consumidor final.
Isto foi o que estimou o CEO da Comgás, Antonio Simões, ao visitar o SindusCon-SP em 08 de março, acompanhado de Marcelo Rebelo Besteiro, diretor de Comunicação, Institucional, Regulatório e ESG da companhia, e de Milena Brito, diretora de Vendas e Marketing.
Simões comentou que a companhia segue empenhada na chamada transição energética, a qual, entre outras ações, implica a substituição do gás natural de origem fóssil por biometano – um processo gradual que, segundo ele, ainda deverá levar 10 ou 20 anos ou mais, e que precisa ser feito com segurança.
Os dirigentes do SindusCon-SP destacaram a excelência do atendimento da companhia e comentaram sobre aspectos das ligações de gás nos empreendimentos imobiliários. Apresentaram ainda um panorama sobre a indústria da construção, informando que o setor estima seguir crescendo em 2023, embora a uma taxa menor que no ano passado.
Maior distribuidora de gás natural canalizado do país, a Comgás abastece mais de 2,1 milhões de consumidores nos segmentos residencial, comercial e industrial, em 90 municípios do Estado de São Paulo, por meio de uma rede de mais de 19 mil quilômetros. Desde 2020, tem 99,14% de seu capital em mãos da Compass Gás e Energia, uma empresa do grupo Cosan.
Os principais compromissos ESG da Comgás são: ter um terço dos cargos de liderança ocupados por mulheres; aumentar a quantidade de pessoas impactadas por suas parcerias e ações de voluntariado; ter uma política net zero em emissões de gases do efeito estufa; reduzir em 15% o índice médio de dano de terceiros em suas operações, e incorporar gás de origem renovável no portfólio de suprimentos.
Fonte: SindusCon
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