A Cegás reduziu, a partir de 1º de maio, as tarifas médias do gás natural em todos os segmentos econômicos de sua área de atuação.
A maior baixa foi no segmento comercial, em que a redução média da tarifa correspondeu a 8,11%. Em seguida, veio o segmento residencial, com uma diminuição média de 7,67%.
Já no segmento automotivo, as tarifas do Gás Natural Veicular (GNV) diminuíram em 2,46%. O preço do metro cúbico fornecido pela CEGÁS aos postos caiu de R$ 3,7994 para R$ 3,7058.
No segmento industrial, que abrange empresas de pequeno a grandes portes, a redução média foi 2,37%.
Acumulado em 2023 chega a 20,44%
Quando observado o ano de 2023, a tarifa média de venda do segmento residencial, por exemplo, diminui mais de R$ 1,10 em menos de cinco meses, representando 20,44 % de queda no período.
Os demais segmentos revelaram a mesma tendência nesses meses, a exemplo do setor comercial com uma redução em torno de 15%, assim como no segmento de cogeração com 11%, e 6,8% no segmento industrial.
Se for comparado o mesmo período do ano anterior, a tarifa de venda registrou uma redução de quase 30% no segmento residencial.
Ressalta-se que o preço do GNV a ser praticado para os usuários finais é de total responsabilidade de cada posto de combustível, já que a definição do preço na bomba é regida pela livre concorrência.
O presidente da CEGÁS, Miguel Nery, afirma que a redução das tarifas de gás natural faz parte de um esforço da Companhia para estimular a atividade econômica, tendo em vista que o energético distribuído pela CEGÁS é um insumo importante para as principais cadeias produtivas do estado do Ceará, além de ser um compromisso do governo com o princípio da modicidade tarifária. “No que depender da CEGÁS, a tarifa do gás natural será sempre a menor possível, respeitadas as regras e normativos que regem esse mercado”, disse o presidente da empresa.
“No que depender da CEGÁS, a tarifa do gás natural será sempre a menor possível, respeitadas as regras e normativos que regem esse mercado”, disse o presidente da empresa.
Fonte: CEGÁS / Comunicação
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