Com o aumento dos custos globais de energia, muitas indústrias brasileiras têm adotado o gás natural como alternativa para reduzir despesas, melhorar a eficiência e atender às demandas por sustentabilidade. Esse movimento é especialmente relevante para setores com alta necessidade de energia térmica, como cerâmicas, siderurgia, vidros e alimentos.
A substituição de combustíveis tradicionais, como óleo e diesel, pelo gás natural garante maior eficiência e controle operacional. Além disso, equipamentos que utilizam essa fonte sofrem menos desgaste, exigem menos manutenção e têm maior durabilidade, o que se traduz em menos custos operacionais ao longo do tempo.
Outro benefício relevante é a praticidade do gás natural, que é fornecido diretamente por gasodutos, eliminando a necessidade de armazenagem e transporte. Esse modelo de distribuição simplifica as operações e reduz custos e riscos associados ao manuseio e logística de combustíveis líquidos, como diesel e o gás liquefeito de petróleo (GLP).
A previsibilidade de preços é outro diferencial estratégico. No Brasil, o mercado de gás é regulado, o que oferece maior estabilidade e permite que as empresas realizem um planejamento financeiro mais assertivo, o que é essencial para enfrentar períodos de incerteza econômica.
Além dos ganhos econômicos, o gás natural se destaca por ser uma fonte de energia mais limpa. Sua queima emite menos dióxido de carbono (CO2) e poluentes como óxidos de nitrogênio (NOx) em comparação a outros combustíveis fósseis. O desenvolvimento de biometano, alternativa renovável ao gás natural, possibilita que empresas se adaptem às novas exigências regulatórias e continuem competitivas no mercado global.
Rafael Nicolazzi, gerente comercial industrial e veicular da SCGÁS, destaca que a adoção do gás natural traz uma série de benefícios para a indústria. “Além da redução de custos, promovemos maior eficiência energética, menos gastos com manutenção, operações simplificadas e estabilidade nos custos de energia. O gás natural não só atende as demandas atuais de sustentabilidade como também se posiciona como uma solução estratégica para o futuro da indústria brasileira.”
Fonte: SCGÁS / Comunicação
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