Consumidores do gás boliviano no Brasil monitoram o desenrolar da crise no país vizinho. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, disse que a diretoria da estatal YPFB foi preservada, apesar de o ministro Luis Alberto Sanchez ter deixado o cargo ao lado de Evo Morales.
O estado firmou há cerca de dois meses um contrato de fornecimento firme direto com a estatal boliviana. Cinco indústrias já são abastecidas pelo gás do país vizinho. A ideia é expandir o consumo para o uso em veículos e no interior.
Fonte: Folha de S.Paulo / coluna Painel
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