O MME não considera previsão de contratação emergencial de energia e que busca é a redução dos custos de geração do sistema. O ministério informou que tem trabalhado diuturnamente para manter o fornecimento de energia elétrica neste “cenário desafiador”, que exige a tomada de ações de gerenciamento da pouca água disponível. O foco de trabalho é manter o máximo possível de água nos reservatórios.“Além de manter o estoque das usinas de cabeceira, estão sendo tomadas ações para aumentar a disponibilidade dos recursos termelétricos, a gás natural, biomassa e a óleo combustível. Deste modo, não existe previsão de contratação emergencial de energia. O que se pretende é buscar a redução dos custos de geração do sistema, de forma a gerar o menor impacto possível aos consumidores”, destaca ainda o ministério. Segundo o ministério, o setor elétrico brasileiro evoluiu muito nos últimos anos, mas a matriz energética do país é mais diversificada, com operação de usinas eólicas, solares e termelétricas e intercâmbio de energia pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) entre as regiões também cresceu consideravelmente. “Entretanto, a situação atual é desafiadora, pois os níveis dos reservatórios de cabeceira das Bacias do Rio Grande e do Paranaíba estão baixos. Nesse sentido, o foco do trabalho do MME é manter o máximo possível de água nos reservatórios”, destacou. Segundo o MME, o objetivo é garantir que, mesmo com poucas chuvas, seja mantido um volume de água suficiente tanto para geração de energia elétrica quanto para os demais usos da água. “Sem um controle adequado das vazões, podem ocorrer impactos a todos os usuários. Além de manter o estoque das usinas de cabeceira, estão sendo tomadas ações para aumentar a disponibilidade dos recursos termelétricos, a gás natural, biomassa e a óleo combustível”, informou o ministério.
Fonte: Valor Online
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