A Copergás inaugurou no último dia 27, o primeiro posto do Sertão com GNV (Gás Natural Veicular). É o Posto Distrito, em Petrolina, localizado no Distrito Industrial do município, à Av. Coronel Clementino Coelho, S/N. A cidade já tem hoje cerca de 300 automóveis convertidos para o uso do gás veicular, e a expectativa é de que esse número tenha um forte aumento nos próximos meses. Atualmente existem nove oficinas convertedoras instaladas em Petrolina, em fase de homologação por parte do Inmetro, órgão regulador e fiscalizador do GNV.
A nova alternativa de abastecimento vai beneficiar motoristas de toda a região, afetados pela alta constante dos combustíveis. Em Petrolina, que tem uma frota de aproximadamente 65 mil automóveis, o preço da gasolina é um dos mais caros de Pernambuco. O valor do GNV distribuído pela Copergás será o mesmo praticado no restante do Estado – que é um dos menores do Brasil. Segundo levantamento realizado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), no período de 12 a 18 de dezembro, o preço médio na capital pernambucana foi de R$ 3,959.
O presidente da Copergás, André Campos, apontou a chegada do GNV ao Sertão do São Francisco como mais uma etapa da interiorização do gás natural. “A orientação do governador Paulo Câmara e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, é de expandirmos cada vez mais as nossas atividades no interior. Em outubro, inauguramos o projeto de rede local do gás natural em Petrolina. Já iniciamos o atendimento ao segmento industrial e agora inauguramos o abastecimento veicular. É o gás natural contribuindo com o desenvolvimento de Petrolina”, disse ele.
Com a incorporação da operação em Petrolina, a rede abastecida com gás veicular pela Copergás passa a contar com 90 postos. A expansão acompanha o ritmo crescente de conversões de veículos para GNV em Pernambuco, que tiveram uma disparada nos últimos meses, atingindo os maiores números da história. Em outubro, por exemplo, foram 1.480 conversões – total alcançado pela primeira vez, em um mês.
“Há uma corrida de motoristas para instalar o kit gás em seus carros, e a Copergás precisa criar condições de atendimento para esse público”, afirmou André Campos. “A maioria ainda é de taxistas e motoristas de aplicativo, mas já se percebe que, nesse público que está migrando para o GNV, também tem o motorista que usa o automóvel apenas para fins pessoais. É um novo perfil, em crescimento”, completou.
Fonte: Copergás / Comunicação
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