A disparada do preço internacional de petróleo com o aumento da tensão com a guerra da Rússia contra a Ucrânia levou o governo do presidente Jair Bolsonaro a começar a discutir, incluindo com o Congresso, o congelamento temporário do preço de combustíveis pela Petrobras. O Estadão apurou que o custo de não repassar a alta do petróleo no mercado internacional seria bancado pela Petrobras e, em última instância, pelos seus acionistas. Um dos argumentos que ganha força no governo é o de que a empresa tem custo em real e pode segurar o reajuste nesse período de instabilidade da guerra depois do lucro elevado do ano passado, que recheou os bolsos dos acionistas minoritários.
Fonte: Broadcast / Ag.Estado
Related Posts
Diesel lidera alta dos combustíveis em setembro e no ano
O diesel manteve a liderança na alta dos combustíveis em setembro e no acumulado de 2026, segundo levantamento da Veloe/Fipe. O S-10 avançou 2,2% no mês, para R$ 7,097/litro, e acumula altas de 14,8% no ano...
ANP: etanol é mais competitivo do que a gasolina em 11 Estados e no DF
O etanol segue mais competitivo em relação à gasolina em 11 Estados e no Distrito Federal nesta semana. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol apresentou paridade de 62,60% em relação à gasolina,...

