A joint venture formada pela Orizon Valorização de Resíduos, Mercurio Partners e o grupo Gera investiu R$ 240 milhões no aterro de Paulínia (SP) para aproveitar o biometano na geração de energia elétrica. O projeto deve começar a operar com a produção de gás natural renovável no segundo trimestre de 2022.
Os investimentos foram divididos em duas partes. O primeiro de R$ 60 milhões em uma usina para a geração e biometano feito pela subsidiária integral Orizon. Um segundo aporte de R$ 180 milhões foi feito em uma unidade de geração, a UTE Paulínia Verde (22,6 MW), que usa o biometano como combustível, e tem a Orizon, a Mercurio e o grupo Gera como sócios com 33,3% para cada. O aporte foi feito com capital próprio.
Em entrevista ao Valor, o CEO da Orizon, Milton Pilão, conta que a unidade de biometano foi importada da fabricante americana Greenlane e o Ecoparque de Paulínia deve aproveitar, nesse primeiro momento, cerca de 40% do potencial de biometano, que suportará a geração de 15,7 MW Médios.
“Essa é a inauguração da nossa primeira incursão de uma planta deste tipo e ao longo dos próximos meses e anos vamos expandir a base de aterros sanitários, principalmente os novos aterros que foram adquiridos e que hoje não têm nem geração de energia nem biometano”, diz Pilão.
Fonte: Valor Econômico
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