Com a expansão de mais de 200km de gasodutos e chegada em oito novos municípios catarinenses, o Gás Natural avançou em mais 25% durante os últimos quatro anos no estado. Desde 2019, cerca de 228 milhões foram investidos na expansão e manutenção das redes de distribuição do combustível que impulsiona o desenvolvimento econômico de Santa Catarina.
O Gás Natural é um energético presente em grande parte dos países desenvolvidos, e há mais de duas décadas se faz presente em Santa Catarina. Considerado o mais limpo dentre os combustíveis fósseis, o insumo emite menor quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. Segurança e praticidade no abastecimento também são atrativos para a economia catarinense.
A SCGÁS é responsável por conduzir a infraestrutura de expansão do energético no estado. Hoje, a rede de distribuição alcança 69 cidades, tornando Santa Catarina o segundo estado do Brasil com maior número de municípios atendidos pelo gás natural. São cerca de 22.650 consumidores diretos em SC.
Na indústria, o gás natural é sinônimo de eficiência produtiva. De 2019 para cá, a adesão do combustível mais sustentável nos processos industriais cresceu 28% em Santa Catarina. 341 indústrias utilizam o energético, concentrando a maior parte de todo o volume consumido pelo estado.
Nos últimos quatro anos, o gás canalizado chegou a 6.544 novas residências, um aumento de 66% no número de consumidores residenciais, que hoje ultrapassa os 20 mil. O mercado comercial também refletiu os avanços do gás natural, com o crescimento em 24% do número de estabelecimentos atendidos pelo energético. Além disso, o uso do Gás Natural Veicular também se ampliou no estado, que hoje conta com 140 postos de GNV e mais de 115 mil usuários.
Nos próximos cinco anos, Santa Catarina ganhará 664 km de rede de Gás Natural. Serão R$ 665 milhões destinados ao avanço do energético, o maior pacote de investimentos da história da SCGÁS. Até 2026, a expectativa é de que 87 municípios catarinenses tenham acesso a fonte de energia mais limpa, que auxilia na transição para energias renováveis.
Fonte: SCGÁS / Comunicação
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