A produção da Eneva no quarto trimestre de 2024 foi de 0,59 bcm, sendo 0,53 bcm no Complexo Parnaíba e 0,06 bcm na Bacia do Amazonas, no campo de Azulão, direcionado ao suprimento da UTE Jaguatirica II. As informações gerenciais, preliminares e não auditadas. Na comparação anual, em relação ao 4T23 (0,36 bcm), o aumento foi de 63,8%. A alta ocorreu devido à maior demanda por gás das termelétricas no Complexo Parnaíba, referente aos despachos para atender à necessidade crescente do SIN, bem como para fazer frente à geração para exportação. No entanto, o campo de Azulão apresentou ligeira redução no volume de gás produzido em relação ao 4T23, refletindo a melhoria da eficiência operacional nos sistemas de autogeração e liquefação de Azulão após a realização de investimentos, ao longo do 3T24, para otimização do consumo de gás na planta como um todo. Já na comparação com o trimestre anterior, a produção apresentou queda de 18,05%. O volume produzido no 3T24 foi de 0,72 bcm, dos quais 0,67 bcm no Complexo Parnaíba e 0,05 bcm da Bacia do Amazonas.
Em relação às reservas, a Eneva encerrou o trimestre com um volume total 2P de gás natural de 46 bcm, sendo 36,1 bcm de reservas nos campos da Bacia do Parnaíba e 9,8 bcm na Bacia do Amazonas (Azulão). O volume reflete o saldo das reservas certificadas pela Gaffney, Cline & Associates (GCA), referentes a 31 de dezembro de 2023, descontando o consumo de gás acumulado no ano de 2024. De acordo com os relatórios certificados pela GCA em 31 de dezembro de 2023, a Eneva detinha reservas 2P de condensado no total de 11,8 milhões de barris, sendo 2,2 milhões de barris no Parnaíba e 9,5 milhões de barris no Campo de Azulão. A Eneva possui um portfólio de 23 blocos exploratórios operados nas Bacias do Parnaíba (15), Paraná (4) e Amazonas (3), e uma área de acumulação marginal na Bacia do Solimões (Juruá). A companhia também é operadora de 16 campos de gás – sendo oito em produção e oito em desenvolvimento, todos na Bacia do Parnaíba, com exceção dos campos de Azulão, Azulão Oeste e Tambaqui, que estão localizados na Bacia do Amazonas.
Fonte: PetróleoHoje
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