O mercado de armazenamento de gás no Brasil está prestes a passar por uma grande transformação. Celso Silva, CEO da GBS Storage, afirmou que o setor de estocagem de gás natural no Brasil está prestes a necessitar de mais ambientes seguros para atender a uma nova demanda de produção que está prestes a acontecer em 2027. “Acreditamos que haverá um excedente estrutural de gás natural a partir de 2027, com a entrada do campo de Raia, a Rota 3 operando em plena capacidade, além de importações de gás da Argentina via Bolívia a partir de 2030 e a entrada do projeto SEAL offshore”, disse. O executivo participou da plenária “Estocagem subterrânea de gás natural”, no Bahia Oil & Gas Energy 2025, que também contou com a participação de Marcelo Mendonça (Abegás), Cristina Sayão (TAG) e Valéria Santana (Eneva). Outro ponto debatido na plenária foi a questão da regulação do gás. Segundo Valéria Santana, da Eneva, o país vai passar por uma fase de transição das leis novas e, nesse período, algumas medidas vão precisar ser tomadas para que o setor não seja impactado de frente pela questão tributária. Cristina Sayão, da TAG, afirmou sobre o tema que o Brasil tem hoje uma legislação segura na questão do gás, com critérios internacionais e a aprovação mais recente de leis especificas para o setor ajudou no desenvolvimento do segmento.
Fonte: BrasilEnergia
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