A Petrobras quer aumentar a oferta de gás nacional por meio da produção própria e desenvolver novos produtos comerciais competitivos, como informou ontem ao mercado, ao divulgar o plano de negócios para o período de 2026 a 2030. Na área elétrica, a empresa mantém a intenção de instalar novas usinas térmicas no Complexo de Energia Boaventura, em Itaboraí (RJ), mas a implementação desses projetos está condicionada ao sucesso da sua participação em leilões futuros de reserva de capacidade de energia. “Em Energias de Baixo Carbono, serão priorizados, no quinquênio, os produtos etanol, biodiesel, biometano, diesel R, SAF e biobunker, em linha com o avanço regulatório e o mercado, aproveitando as sinergias com as operações da companhia”, informou a Petrobras em comunicado ao mercado.
Nas cadeias de etanol, biodiesel e biometano, a Petrobras buscará atuar nos segmentos preferencialmente por meio de parcerias estratégicas minoritárias ou com controle compartilhado, com players relevantes do setor. Além disso, a empresa continua a buscar parcerias para projetos de energia solar fotovoltaica e eólica onshore. A petrolífera também segue avaliando projetos em Carbon Capture, Utilization and Storage (CCUS), Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono e Armazenamento de Energia. Considerando todas as iniciativas de baixo carbono (escopos 1, 2 e 3), o investimento em transição energética alcança US$ 13 bilhões, englobando projetos em energias de baixo carbono, bioprodutos, ações para descarbonização das operações e Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) presentes em todos os segmentos. Esse valor representa 12% do investimento total e 8% do investimento em implantação.
Fonte: PetróleoHoje
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