O despacho das usinas térmicas foi menor em 2018, e isso puxou para baixo o consumo de gás natural, que caiu 2,8% no ano. Mas na indústria o resultado foi diferente. As fábricas queimaram 4,31% mais gás que no ano anterior. Foi um desempenho melhor que o da produção industrial, que fechou 2018 com alta modesta, de 1,1%. Os dados são da Abegás.
O gás natural é apontado como o combustível da transição, que vai guiar a mudança dos fósseis, hoje protagonistas, para as fontes renováveis. A presença no Brasil, no entanto, ainda tem muito a avançar. A abertura do mercado de gasodutos, com a venda de alguns ativos pela Petrobras, deve acelerar esse processo. O potencial é grande. A Abegás estima que o país pode receber US$ 32 bilhões em investimentos na infraestrutura do gás nos próximos anos.
Fonte: O Globo / coluna Miriam leitão
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