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SCGás observadora na chamada da TBG

A distribuidora de gás catarinense SCGás está habilitada na primeira rodada de proposta garantida da chamada pública de capacidade do Gasbol, que deve ser concluída ainda em outubro. No entanto, a empresa não apresentará proposta para contratação de capacidade de transporte de saída ou de entrada. Segundo fontes da distribuidora, o objetivo é apenas observar o funcionamento do novo modelo de contratação de transporte.

No momento, a SC Gás negocia com quatro fornecedores – Shell, YPFB, Total e Petrobras – novos contratos de abastecimento que entrarão em vigor em abril de 2020. Pelos termos dessa negociação, os fornecedores serão responsáveis pelo transporte do gás até os citygates indicados pela distribuidora catarinense, independentemente do meio utilizado.

A expectativa é de que o contrato seja fechado até dezembro deste ano. A tendência é que a SC Gás feche acordo com mais de um fornecedor, para estimular a entrada de novos agentes.

A companhia também deve optar por contratos mais curtos, de dois a três anos de duração, ao contrário dos cinco anos inicialmente propostos na chamada pública de fornecimento de gás. Trata-se de uma aposta na queda de preço da molécula no curto prazo, em função das medidas de abertura do mercado.

Com os novos contratos de fornecimento, a tendência é que o preço do gás em Santa Catarina aumente e fique alinhado à média do mercado nacional. Isso porque o contrato assinado pela companhia com a Petrobras em 1995 ainda segue a antiga política de preços da petroleira, o que mantém o custo defasado em relação ao praticado no mercado. Hoje, uma indústria de cerâmica catarinense paga cerca de 40% menos pelo insumo do que uma empresa paulista do mesmo ramo.

 

Fonte: Brasil Energia

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