O braço de planejamento energético do governo federal, a EPE trouxe uma boa notícia há alguns dias: a ampliação em 4% nas projeções de produção líquida de gás natural no país para os próximos 10 anos em relação à previsão anterior, feita em 2021. A expectativa é de que o volume de gás natural que de fato chega ao mercado duplique entre 2022 e 2032. Segundo analistas do setor, o problema está na infraestrutura para levar o gás até o consumo. Há deficiência de gasodutos para o escoamento dos campos de produção até a costa – a Rota 3, por exemplo, teve o início da operação postergado pela Petrobras. No transporte de gás, uma das principais empresas do setor, a NTS, fez barulho em setembro passado com um plano de investimentos de RS 12 bilhões em oito anos, um movimento interpretado por agentes do mercado como difícil de ser realizado. Em comunicado, a companhia logo ressalvou que o plano ainda será submetido aos órgãos competentes da administração.
Fonte: Correio Braziliense / coluna Mercado S/A
Related Posts
Indústria cerâmica é o principal cliente da SCGÁS
A indústria cerâmica respondeu, em julho, por 41% de todo o volume de gás natural distribuído pela SCGÁS, consolidando-se como o principal segmento consumidor em Santa Catarina. Além do setor cerâmico,...
O mercado invisível do gás – e como a CCEE pode ajudar
Em artigo publicado no portal Brazil Journal, o presidente da Gasmig, Gustavo De Marchi, afirma que Uma siderúrgica em Minas Gerais com volume de gás sobrando. Do outro lado, a poucos quilômetros, uma...

