A Gasmig lançou na sexta (01) o projeto Posto GNV Sustentável, que tem apoio em pilares da sustentabilidade: econômico, ambiental e social.
Esta é uma parceria entre a Gasmig, o Energia Livre Cemig e a Cemig Sim e tem como objetivo transformar o setor de Revenda de Gás Natural Veicular em Minas Gerais.
Os postos que participarem do projeto Posto GNV Sustentável vão utilizar energia 100% renovável com o Certificado de Energia Renovável. Ao mesmo tempo, contribuir para a redução do custo de operação dos clientes da Gasmig, no segmento automotivo (Postos GNV).
Além disso, visa alcançar as metas do Plano Estadual de Ação Climática – PLAC-MG, bem como na redução do preço do GNV para os clientes finais. Só para exemplificar, estes usuários são, em sua maioria, são motoristas de aplicativos, taxistas e trabalhadores autônomos. Dessa forma, com a economia obtida com o GNV, os consumidores terão um reforço em seu orçamento doméstico, gerando um grande impacto social.
Em síntese, são fontes naturais de energia que se regeneram, substituindo o uso de combustíveis fósseis. Ou seja, são opções com impacto ambiental reduzido, pois não geram resíduos, como o dióxido de carbono. Só para ilustrar, energia solar, eólica, hidrelétrica, geotérmica e biomassa são exemplos de energia renovável.
A Gasmig abriu, em novembro, a primeira chamada pública para aquisição de biometano, com previsão para data de conclusão em 31 de julho de 2024. Este tipo de gás é um produto derivado da purificação do biogás que, por sua vez, é o gás retirado do processo de decomposição anaeróbica (na ausência de oxigênio) de resíduos orgânicos.
O biogás tem em sua composição principalmente a presença do metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2), variando entre 50 a 70% do total, e, em menores quantidades, aparecem o gás sulfídrico (H2S), a umidade (H2O) e outros gases, como o nitrogênio (N2). Por certo, o biometano é uma das soluções mais promissoras na substituição de um combustível fóssil e altamente poluente, para uma alternativa de combustível renovável, com menos emissão de GEE e mais autonomia dos países produtores.
Fonte: Gasmig / Comunicação
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