Av. Ataulfo de Paiva, 245 - 6º andar - Salas 601 a 605 – Leblon/RJ – CEP: 22440-032
+55 21 3995-4325

Gasmig traça diretrizes para mitigar degradação do solo

A alteração do uso do solo tem uma série de impactos significativos que afetam o meio ambiente, a economia e a sociedade. Com o objetivo de minimizar estas ações, a Gasmig define diretrizes para atenuar a degradação do solo nas áreas onde implanta seus dutos de distribuição de gás natural. A companhia possui planos e programas a serem executados durante a instalação de seus gasodutos, como, o Plano de Recomposição da Faixa de Servidão, Programa de Gestão de Resíduos Sólidos e Líquidos e o Programa de Controle de Processos Erosivos. Dessa forma, a Gasmig busca em seus projetos causar o menor impacto ao solo, e durante as instalações mitigar os impactos, e durante a operação do Sistema de Distribuição, manter o solo nas melhores condições possíveis. Entre os principais impactos significativos que afetam o meio ambiente, durante a implantação do sistema de distribuição de gás natural, estão o desmatamento e perda de biodiversidade, degradação do solo, alteração do ciclo hidrológico e qualidade dos cursos d’águas. Além disso, além do meio ambiente, todas as alterações provocam impactos sociais, principalmente em comunidades locais, como deslocamentos, mudanças nos modos de vida tradicionais, por exemplo.

Diretrizes

A tomada de decisão quanto à localização de implantação do gasoduto é uma tarefa complexa e de grande responsabilidade, que deve considerar aspectos ambientais, fundiários, econômicos, construtivos e operacionais. Dessa maneira, a análise em conjunto de todos esses aspectos contribui para a definição do melhor traçado ajudando a minimizar os impactos ambientais negativos, atender o potencial mercado consumidor, garantir a eficiência operacional e a sustentabilidade a longo prazo do sistema de sistema de distribuição de gás.

Entre as premissas adotadas, seguem aquelas que buscam minimizar a degradação do solo, como reduzir as extensões da faixa com supressão vegetal, priorizar caminhamentos da faixa que possuam acesso próximo e reduzir e minimizar o impacto da construção da dutovia em corpos hídricos. Além disso, a companhia considera a linearidade da faixa como premissa geométrica da diretriz, evita projetar a faixa em terrenos com inclinação superior a 45°, e prioriza terrenos com declividade transversal reduzida com o intuito de reduzir a terraplenagem durante o processo de abertura de pista e possíveis contenções desnecessárias. Nesse sentido, a Gasmig prioriza traçados com menor extensão, e leva em consideração a operação da faixa, priorizando áreas que possuam acesso para a manutenção e gerenciamento da faixa, bem como considerar o mínimo de traçado em áreas de sensibilidade geotécnica que possam representar dificuldades gerenciais durante a operação do duto.

Fonte: Gasmig / Comunicação

Related Posts