A Alunorte informou que reduziu as emissões de CO2 em 700 mil toneladas por ano após substituição do uso de óleo combustível pelo gás natural. A empresa investiu R$ 1,3 bilhão em infraestruturas, sistemas de segurança e operação para uso da molécula. Para este ano, a expectativa é reduzir as emissões de CO2 em 35% – o que equivale a cerca de 1,4 milhão de toneladas de emissões de carbono em relação à referência de emissões de 2017. A implementação do projeto envolveu cerca de 330 empregados, especialistas e parceiros. Além do GN, a refinaria introduziu três caldeiras elétricas que substituíram o carvão e que são responsáveis por uma redução nas emissões de até 550 mil toneladas de CO2 anualmente. “Para descarbonizar uma indústria como a Alunorte, é necessário investimento financeiro e tecnológico, mas, acima de tudo, exige compromisso pela liderança na transformação das operações na busca do carbono zero”, destacou o vice-presidente sênior e COO da Hydro Bauxita & Alumina, Carlos Neves, empresa que extrai e processa a bauxita para obter a alumina, refinada pela Alunorte.
Fonte: EnergiaHoje
Related Posts
Empresa de energia dobra produção e exportação de gás natural na Bahia e projeta novos investimentos; veja detalhes
Em entrevista exclusiva ao portal Bahia Econômica, Jorge Boeri, Diretor de Operações Onshore da Brava Energia, comentou sobre a duplicação da produção e exportação de gás natural na Bahia em 2025. Em julho...
Petrobras estuda teto para preço do gás natural, dentre outras soluções para suavizar reajuste de agosto
A Petrobras avalia internamente diferentes soluções – e não só o parcelamento – para suavizar o aumento do preço do gás natural no próximo reajuste trimestral, em agosto, disse o gerente geral de...

