A Alunorte informou que reduziu as emissões de CO2 em 700 mil toneladas por ano após substituição do uso de óleo combustível pelo gás natural. A empresa investiu R$ 1,3 bilhão em infraestruturas, sistemas de segurança e operação para uso da molécula. Para este ano, a expectativa é reduzir as emissões de CO2 em 35% – o que equivale a cerca de 1,4 milhão de toneladas de emissões de carbono em relação à referência de emissões de 2017. A implementação do projeto envolveu cerca de 330 empregados, especialistas e parceiros. Além do GN, a refinaria introduziu três caldeiras elétricas que substituíram o carvão e que são responsáveis por uma redução nas emissões de até 550 mil toneladas de CO2 anualmente. “Para descarbonizar uma indústria como a Alunorte, é necessário investimento financeiro e tecnológico, mas, acima de tudo, exige compromisso pela liderança na transformação das operações na busca do carbono zero”, destacou o vice-presidente sênior e COO da Hydro Bauxita & Alumina, Carlos Neves, empresa que extrai e processa a bauxita para obter a alumina, refinada pela Alunorte.
Fonte: EnergiaHoje
Related Posts
Vale, Braskem e Samarco saem vencedoras de leilão inédito de gás natural da União
A PPSA (Pré-Sal Petróleo), empresa pública vinculada ao MME, realizou nesta quinta (22) o leilão de 110 lotes de gás natural da União. Foi ofertado 1,1 milhão de metros cúbicos por dia de gás natural da...
PPSA vende 100% do gás da União no primeiro leilão exclusivo para indústrias e planeja nova oferta em 2027
A PPSA (Pré-Sal Petróleo) conseguiu vender toda a produção de 1,1 milhão de metros cúbicos por dia de gás natural da União prevista para 2027, que foi ofertada nesta quinta-feira no primeiro leilão de gás...

