A Alunorte informou que reduziu as emissões de CO2 em 700 mil toneladas por ano após substituição do uso de óleo combustível pelo gás natural. A empresa investiu R$ 1,3 bilhão em infraestruturas, sistemas de segurança e operação para uso da molécula. Para este ano, a expectativa é reduzir as emissões de CO2 em 35% – o que equivale a cerca de 1,4 milhão de toneladas de emissões de carbono em relação à referência de emissões de 2017. A implementação do projeto envolveu cerca de 330 empregados, especialistas e parceiros. Além do GN, a refinaria introduziu três caldeiras elétricas que substituíram o carvão e que são responsáveis por uma redução nas emissões de até 550 mil toneladas de CO2 anualmente. “Para descarbonizar uma indústria como a Alunorte, é necessário investimento financeiro e tecnológico, mas, acima de tudo, exige compromisso pela liderança na transformação das operações na busca do carbono zero”, destacou o vice-presidente sênior e COO da Hydro Bauxita & Alumina, Carlos Neves, empresa que extrai e processa a bauxita para obter a alumina, refinada pela Alunorte.
Fonte: EnergiaHoje
Related Posts
Preço do gás para indústria sobe 16,2% apesar de maior produção, diz Ineep
O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) calcula que houve aumento nas tarifas de gás natural para a indústria no primeiro semestre de 2026,...
Abegás propõe a presidenciáveis nove medidas para mercado de gás natural
A Abegás apresentou um raio-x do segmento de distribuição de gás canalizado, com nove propostas para colocar o insumo como motor de crescimento da economia, da segurança energética e da descarbonização. As...

