Após passar por votação na Câmara dos Deputados na madrugada da quarta (25), o PL do Redata (278/2026) chegou ao Senado, mas a votação foi adiada. A agência eixos apurou que a relatoria deve ficar com Eduardo Gomes (PL/TO), que também relatou o projeto de regulamentação da inteligência artificial (PL 2338/2023), mas o gabinete do governo não confirmou a indicação. O senador Laércio Oliveira (PP/SE) apresentou emenda para possibilitar a inclusão do gás natural como fonte elegível para a habilitação de data centers. Na Câmara, as emendas apresentadas pelos deputados Julio Lopes (PSD/RJ) e Bacelar (PL/BA), para inclusão de nuclear, biometano, gás e pequenos reatores modulares (SMRs) ficaram de fora. O texto que veio da Câmara estabelece que, para serem habilitadas no Redata, as empresas deverão assumir o compromisso de: “atender à totalidade da sua demanda de energia elétrica por meio de contratos de suprimento ou autoprodução proveniente de geração a partir de fontes limpas ou renováveis, conforme disposto em regulamento”. Laércio tenta alterar o dispositivo para incluir: “assim consideradas aquelas que apresentem reduzido impacto ambiental e menores emissões de gases de efeito estufa, na forma do regulamento”.
Fonte: Eixos
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