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Norte e Centro-Oeste: No Amazonas, economia do GNV varia de 51% a 56%; no Centro-Oeste, gira de 46% a 44%, em média

Um dos lugares em que o GNV tem a melhor relação de competitividade do país é o Amazonas. Com o GNV custando R$ 0,17 por quilômetro rodado, contra R$ 0,35 (gasolina) e R$ 0,39 (etanol), a economia é de 51% e 56% na comparação com esses combustíveis líquidos, respectivamente. Lá, o motorista que rodar uma média de 2.500 km/mensais com GNV, deixa de gastar, numa comparação com o desembolso se abastecesse com gasolina e etanol, R$ 451,00 e R$ 545,00, respectivamente.

No Centro-Oeste, a economia do GNV em relação aos combustíveis líquidos é de 46% (gasolina) e 44% (etanol).

O Mato Grosso do Sul é o destaque da região. Com o GNV custando R$ 0,18 por quilometro rodado, contra R$ 0,32 (gasolina) e R$ 0,35 (etanol), a economia é de 45% e 49%, respectivamente. Para quem roda 2.500 km mensais com GNV, a economia chega a R$ 364,00 (ante gasolina) e R$ 423,00 (etanol).

No Mato Grosso, a economia do GNV por quilômetro rodado é de 46% (gasolina) e 41% (etanol). Em Goiás, a economia é de exatos 37% ante os dois combustíveis líquidos.

O cálculo é feito com base em tabela média de preços divulgados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) ao final da segunda semana de novembro e utiliza como referência o consumo indicado no manual do Fiat Siena – veículo que roda com GNV, etanol e gasolina. Com GNV, o Siena rende 13,2 quilômetros por metro cúbico. Já a gasolina faz 10,7 quilômetros por litro e o etanol, 7,5 quilômetros por litro.

 

Fonte: Comunicação ABEGÁS

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