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Tradener busca viabilizar venda de 30 mil m³/dia de GNC

A Tradener busca viabilizar para este ano, a comercialização de até 30 mil m³/dia de gás natural comprimido (GNC) destinado ao mercado do interior do Paraná. Esse volume de gás será extraído de poços gasíferos no distrito de Barra Bonita, em Pitanga (PR). Os investimentos são de aproximadamente R$ 10 milhões.

O objetivo da Tradener é se tornar uma das primeiras comercializadoras a negociar gás natural no mercado livre, de acordo com o presidente da companhia, Walfrido Avila. “A empresa está se preparando para a comercialização de gás natural no mercado livre há quatro anos, quando foi criada a diretoria especializada no setor de gás”, ressaltou.

Ávila explicou à Brasil Energia, que a ideia é comercializar o gás para as indústrias da região e postos que vendem gás natural veicular (GNV). “A região absorverá fácil esse gás”, aposta. O GNC é considerado pela ANP como um alternativa para estimular o desenvolvimento de novos mercados de gás natural no Brasil, em especial em localidades não atendidas pela infraestrutura de transporte e distribuição dutoviária do País. Geralmente, a distribuição desse tipo de gás é feita em carretas que depois é injetado nas redes locais.

Dificuldades

O presidente da Tradener acrescentou que o poço de produção foi obtido em rodadas de campos maduros e já vinha sendo explorado pela Petrobras desde os anos 80, mas ainda necessita de uma licença para viabilizar a produção plena. O executivo disse que tem acompanhado de perto a emissão da licença, que tem demorado, na visão do executivo.

Sobre a viabilização do campo, a assessoria de imprensa do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), órgão responsável pela emissão da licença, que em 2016, foi iniciado um estudo para saber a melhor maneira do estado de proceder em como emitir o documento por se tratar de uma atividade pouco licenciada em território paranaense.

Informou também que o pedido de licenciamento ambiental prévio teria sido protocolado junto ao instituto no último dia 17/10. A nota da assessoria também informou que o processo segue o trâmite normal.

 

Fonte: Brasil Energia Online

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