Demanda na malha integrada, no entanto, sobe para 72 milhões de m³/dia
A diminuição da demanda da geração termelétrica em fevereiro, que foi de 24,4 milhões de m³/dia de gás natural, fez com que a demanda total do insumo caísse para 75,8 milhões de m³/dia no segundo mês do ano ante 77,4 milhões de m³/dia, de acordo com o Boletim de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural, do MME. No entanto, a demanda na malha integrada – que exclui o sistema isolado do Norte – subiu de 67,8 milhões de m³/dia para 72 milhões de m³/dia.
A geração térmica em janeiro havia consumido 27,60 milhões de m³/dia. A média de consumo desse segmento dm 2017, foi de 34,25 milhões de m³/dia, ocasionado pelo aumento do despacho das usinas em função da queda do nível dos reservatórios das hidrelétricas a partir de setembro do ano passado.
A média de consumo termelétrico no ano passado ficou acima do observado em 2016, que foi de 29,6 milhões de m³/dia. Só não superou a média de 2015, que foi de 45,9 milhões de m³/dia.
Mais importação
Para fazer frente ao aumento da malha interligada, de acordo com o ministério, foi necessária a elevação da importação de gás, já que a oferta nacional permaneceu estável. O gás trazido da Bolívia saiu de 19,5 milhões de m³/dia, em janeiro, para 22,5 milhões de m³/dia.
A oferta nacional total caiu de 60,8 milhões de m³/dia para 55,4 milhões de m³/dia, mas ficou estável em 50 milhões de m³/dia na malha integrada.
Fonte: Brasil Energia Online
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