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Petróleo fecha em alta, acumulando ganhos na semana e no mês

O petróleo WTI, referência dos Estados Unidos para a commodity, voltou a fechar na sexta-feira (28) nos maiores níveis de preço desde julho, acumulando, em setembro, ganhos pelo segundo mês consecutivo, em meio a receios quanto à oferta mundial, com a aproximação do momento de efetivação das sanções americanas ao Irã, no início de novembro.

Os contratos do WTI para novembro fecharam a sessão em alta de 1,56%, a US$ 73,25 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), enquanto os do Brent, referência global da commodity, para dezembro avançaram 1,65%, a US$ 82,73 por barril, na ICE, em Londres.

Pesaram a favor de nova progressão dos preços os relatos de que a China estaria reduzindo as compras de petróleo do Irã, o terceiro maior produtor da Opep. Assim, na semana, o WTI acumulou ganho de 3,65% e de 5,5% no mês de setembro.

No entanto, considerando o fechamento a US$ 74,15 para o contrato mais ativo da referência americana no fim de junho, os preços do WTI caíram 1,2% ao longo do terceiro trimestre. O Brent, por sua vez, subiu 6,90% em setembro e acumulou ganho de 5,8% na semana.

Na máxima do dia, o WTI foi hoje a US$ 73,73 por barril e, o Brent, a US$ 83,41. Para Phil Flynn, analista de mercado sênior do Price Futures Group, o movimento de acentuação de ganhos decorreu de um ajuste técnico na última sessão do trimestre.

“Aparentemente, a China está cortando as compras de petróleo do Irã”, ressalta Flynn, chamando atenção também para o efeito, no mercado, da indicação dada ontem pelo governo dos EUA de que não pretende recorrer à reserva estratégica do país, em compensação ao efeito das sanções ao Irã na disponibilidade de oferta.

 

Fonte: Valor Online

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