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Petróleo fecha em alta com possibilidade de acordo EUA-México

Os preços do petróleo encerraram a sessão desta sexta-feira (7) em alta, com a referência americana fechando a semana em uma leve alta de 0,9%. Na quarta-feira (5), os contratos do WTI atingiram nível 22% inferior ao pico recente de abril, o que tecnicamente colocou o ativo em “bear market”.

Os preços do WTI para julho encerraram o dia em alta de 2,66%, a US$ 53,99 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), enquanto os contratos do Brent encerraram o dia em alta de 2,62%, a US$ 63,29 na ICE, em Londres.

Hoje, as notícias de que as tarifas anunciadas por Donald Trump sobre produtos importados mexicanos podem não entrar em vigor, bem como a redução do número de sondas em atividade nos Estados Unidos, impulsionaram os preços da commodity.

De acordo com levantamento semanal da empresa Baker Hughes, o número de sondas de perfuração de petróleo nos EUA caiu o equivalente a 11 na semana, a 789, atingindo o menor nível desde fevereiro de 2018.

Além disso, os ministros do Petróleo da Arábia Saudita e da Rússia devem se reunir hoje e na próxima segunda-feira (10) para discutir as diferenças na resposta à queda dos preços do petróleo.

Analistas do Commerzbank dizem que o país saudita e a maioria dos membros da Opep precisam do petróleo em preços mais altos para sustentar seus orçamentos.

A Rússia, por outro lado, não vê necessidade de dar força ao preço do petróleo “devido à natureza mais diversificada de sua economia”, como afirmou o presidente Vladimir Putin, à imprensa de seu país, na quinta (6). Putin também disse que a Rússia e a OPEP tomariam uma decisão conjunta sobre a produção de petróleo. “Isso sugere que a Rússia participará de um acordo de corte de produção para além do meio do ano”, afirmam os analistas do Commerzbank.

 

Fonte: Valor Online

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