Segundo o Valor, apesar de o governo ter ampliado a cota de importação de etanol de países de fora do Mercosul sem a cobrança da tarifa de 20% que normalmente onera essas compras – um dos gestos de boa vontade do presidente Jair Bolsonaro à administração de Donald Trump -, alterações posteriores nas regras para as aquisições e a disparada do dólar ante o real mantiveram os volumes desembarcados nos portos brasileiros no mesmo patamar de um ano atrás. Desde que a cota de 750 milhões de litros entrou em vigor, em 1º de setembro, até o fim de novembro, o Brasil importou 195,1 milhões de litros, ante 190,6 milhões no mesmo período do ano passado, segundo dados Secex compilados pela Unica. O custo dessas compras aumentou 12,5% na mesma comparação, para US$ 85,5 milhões.
Fonte: Valor Econômico
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