Em artigo publicado no portal da companhia, o diretor presidente da SCGÁS, Willian Anderson Lehmkuhl, afirma que a viabilização de investimentos em infraestruturas concedidas para qualquer setor precisa de um ambiente jurídico e regulatório seguro. Este jogo é como uma partida de futebol e as agências reguladoras são os juízes, devendo atuar de forma autônoma e livre de interferências. Neste sentido, é importante entender o papel do Estado, das Concessionárias e das Agências Reguladoras. No caso do setor de Gás Natural, a Constituição de 1988 define que a exploração da distribuição do insumo é específica dos Estados. Em Santa Catarina, a concessão é cumprida através da SCGÁS, uma sociedade de economia mista. A Agência que regula, orienta e fiscaliza este serviço concedido é a ARESC (Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina). Com quadro técnico e qualificado, a ARESC passou a regular de forma autônoma a distribuição de Gás Natural no Estado. O ambiente favorável para investimentos no setor também é resultado do estabelecimento da conta gráfica em 2016, que define os percentuais e a periodicidade na revisão do custo de aquisição de gás.
Em julho de 2021, O Gás Natural está presente em 65 cidades catarinenses, o que representa 14,8% dos 324 municípios brasileiros que consomem o insumo. Com 22% das cidades abastecidas pelo energético, Santa Catarina tem o segundo melhor índice nacional em número de municípios atendidos, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro. Nos próximos cinco anos, iremos crescer ainda mais. Com o trabalho de um governo técnico e com segurança jurídica e regulatória, a SCGÁS é uma das distribuidoras que mais investe no país. Estamos executando o maior plano de negócios da nossa história: serão R$ 457 milhões de investimentos para ampliação da rede nos próximos cinco anos. Até 2025, construiremos mais de 507 quilômetros de rede e levaremos Gás Natural para 15 novas cidades catarinenses, totalizando 80 cidades. Estes investimentos robustos só são possíveis com respeito aos contratos. O fortalecimento da Agência Reguladora deve valorizar um quadro profissional técnico e especializado, como condição para viabilizar ainda mais investimentos para melhoria da infraestrutura catarinense.
Fonte: SCGÁS / Comunicação
Related Posts
O Brasil precisa de um novo Plano do Gás
Em sua coluna no portal da BrasilEnergia, Bruno Armbrust, afirma que, Apesar dos avanços ainda modestos observados no mercado interno, já é possível perceber uma mudança positiva no posicionamento da...
Gás Natural e Biometano, oportunidades que o país não pode perder
Nesta semana, o geólogo José Almeida divide sua coluna do portal da BrasilEnergia com Kazumi Miura, Cristiane Alkmin J. Schmidt e Bruno Leonel, respectivamente, diretor do Oil Group, presidente da MSGÁS,...

