O Brasil passou para a sexta posição no ranking de recebimento de cargas de GNL dos EUA, segundo análise da S&P Global Platts Analytics. O país recebeu apenas cinco cargas no mês de dezembro de 2021, após três meses seguidos (agosto, setembro e outubro) ocupando o primeiro lugar, antes de cair para a terceira posição em novembro.
A consultoria explica que o Brasil precisou do GNL em 2021, principalmente dos EUA, para ajudar a atender a demanda de energia que foi afetada pela seca severa que drenou os recursos hidrelétricos do país. No entanto, a partir de dezembro, o foco das cargas FOB estadunidenses voltou-se para a Europa.
No geral, o Reino Unido e a China receberam cerca de 11 carregamentos de GNL dos EUA cada um, empatados na primeira posição do ranking referente ao mês de dezembro. De acordo com a consultoria, isso se explica pelo fato dos estoques de gás na Europa estarem apertados e pelas taxas de frete de GNL, que caíram durante o mês e ainda mais no início de janeiro.
De acordo com a IHS Markit, os EUA e a China devem ser os principais mercados de exportação e importação de GNL, respectivamente, em 2022. O relatório, divulgado no último dia 6, mostra que os Estados Unidos foram o terceiro maior exportador de GNL do mundo em 2021, atrás somente da Austrália e do Catar.
Fonte: Energia Hoje
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