Cerca de oito meses após o início das operações do terminal de regaseificação Bahia LNG (TRBA) no nordeste do Brasil, a Excelerate Energy tem movimentado importantes volumes da fonte de energia.
De acordo com a vice-presidente executiva da empresa na América Latina, Gabriela Aguilar, o GNL não existe para competir com o gás nacional e os volumes importados da Bolívia. Em entrevista ao portal da BNAmericas, ela também analisa o mercado brasileiro de gás e aponta possíveis novas oportunidades de negócios. “A produção de gás natural, seja do Brasil ou da Argentina, não compete com o GNL. Entendemos que os países que possuem reservas de hidrocarbonetos devem desenvolvê-las, isso tem prioridade. O GNL tem uma função que é a flexibilidade”.
Fonte: BNAmericas
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