Desde o dia 1º de maio, o preço do GNV reduziu ainda mais no Paraná, devido a uma nova atualização aplicada na tarifa de gás. Com o menor preço, os motoristas podem obter economia de até 40% e maior rendimento, já que com o GNV é possível rodar mais do que com os combustíveis líquidos (etanol e gasolina). E para incentivar ainda mais o uso do GNV no estado, a Compagas lança nesta semana uma campanha que destaca o quanto o motorista pode rodar com o uso do GNV e a maior economia com o desconto de 70% no pagamento do IPVA.
O GNV pode ser encontrado nos postos da capital paranaense a partir de R$ 4,99/m³. “Desde o início do ano, a tarifa do segmento veicular sofreu uma redução de mais de 20% e a Compagas repassa todas as condições obtidas ao revendedor de combustíveis, mas a definição do preço de venda ao usuário final acaba sendo uma liberalidade dos postos, que atuam em livre comércio”, destaca o CEO da Compagas, Rafael Lamastra Jr. Entre os fatores que contribuíram para a redução do preço do GNV estão as reduções do preço do gás natural repassadas pela Compagas aos postos, a alteração na base de cálculo dos tributos que incidem sobre a comercialização do combustível e a desoneração das alíquotas de PIS e Cofins que permanecem zeradas até o final do mês de junho. “A nossa expectativa é que o preço ao consumidor seja reduzido na mesma proporção dessas conquistas e que os motoristas que rodam com gás natural tenham ainda mais economia no dia a dia”, completa.
Uma das principais vantagens do uso do GNV é o maior rendimento. Isso se justifica pela maior capacidade média de rodagem – com o GNV é possível percorrer 14 quilômetros (km) por m³, já com o etanol essa distância é de 7 km por litro e com a gasolina, o motorista faz, em média, 10 km por litro. Considerando também o menor preço de venda, o GNV pode proporcionar uma economia de até 40% para aqueles que o utilizam. Importante destacar, que os motoristas paranaenses que possuem o kit GNV instalado e a documentação em dia têm um desconto de 70% no IPVA, pagando alíquota de 1% sobre o valor do veículo, enquanto para os demais é de 3,5%.
No quesito ambiental, ainda que o GNV tenha origem fóssil, ele emite menos poluentes do que os combustíveis líquidos, especialmente por ter uma queima mais limpa, com menos fuligem e menor geração de dióxido de carbono (o gás que mais contribui para o efeito estufa no planeta). Comparado à gasolina, por exemplo, com o uso do GNV a emissão chega a ser até 30% menor. Também é de fácil dispersão na atmosfera, o que reduz os riscos de acidentes e vazamentos.
Conversão – Qualquer veículo movido a gasolina ou etanol pode fazer a conversão para o GNV. O processo deve começar com um pedido de autorização para o Detran. Com o documento em mãos, o consumidor pode instalar um kit em uma oficina credenciada pelo Inmetro.
Após a conversão, que tem custo médio de R$ 4,5 mil, é necessário realizar uma inspeção técnica e manter a rotina de vistorias anuais para emitir o Certificado de Segurança Veicular (CSV), o Selo GNV e obter o licenciamento anual.
Fonte: Compagas / Comunicação
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