A GNLink recebeu a licença de instalação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) para o projeto de liquefação de gás natural em Itabuna (BA). O empreendimento, que está sendo desenvolvido em parceria com a Petrobahia e a Bahiagás, visa promover a interiorização do gás na Bahia e em outras áreas da região. A unidade terá capacidade de 98 mil m³/dia e está prevista para entrar em operação neste trimestre, segundo comunicado divulgado pela GNLink em dezembro de 2023. O gás será destinado aos mercados industrial e automotivo, e os investimentos foram estimados em R$ 155 milhões. Ainda de acordo com a companhia, essa é a primeira base de liquefação e compressão de gás natural oriunda de um gasoduto do Nordeste. Com isso, Itabuna pode se consolidar como hub do recurso para todo o sul do estado. A GNLink, Petrobahia e Bahiagás firmaram a parceria público-privada (PPP) para o desenvolvimento da planta em outubro de 2023, conforme publicado pela Brasil Energia. O acordo também conta com a expertise em logística da Transbahia Transportes e com o apoio institucional da prefeitura de Itabuna.
Pelo projeto, primeiro o gás natural chegará até Vitória da Conquista e Jequié, pelo trecho do gasoduto rumo ao sudoeste baiano, mas também contemplará o oeste da Bahia e o extremo-norte do estado. A implementação da planta deve ocorrer em três etapas. Na primeira, a GNLink compra o gás da Bahiagás, investe, opera e mantém todos os equipamentos necessários, com aportes da ordem de R$ 125 milhões. Na sequência, a Petrobahia fará a logística e utilizará o gás natural para ampliar a sua rede de postos com GNV no estado, com investimento na ordem de R$ 30 milhões. Por fim, com a chamada pública para interiorizar o gás natural em 10 cidades baianas, o projeto poderá suportar a iniciativa nos municípios de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Juazeiro, Linha Verde, Eunápolis, Santo Antônio de Jesus, Itapetinga, Porto Seguro, Vitória da Conquista e Teixeira de Freitas.
Fonte: PetróleoHoje
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