Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta segunda (05), após a Opep+ surpreender o mercado e decidir, neste fim de semana, que irá implementar outro aumento na oferta da commodity em junho. O novo acréscimo será de mais de 400 mil barris por dia, repetindo a alta do mês de maio. Diante disso, grandes bancos como o Goldman Sachs e o Morgan Stanley diminuíram suas projeções para os preços do petróleo em 2025. No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em julho teve queda de 1,72%, cotado a US$ 60,23 por barril, e o WTI (referência americana) com entrega prevista para junho recuou 1,99%, a US$ 57,13 por barril. Após o anúncio da Opep+, o Goldman Sachs aumentou sua previsão para o acréscimo a ser anunciado em julho, de 140 mil barris por dia para 410 mil. Por conta disso, o banco também reduziu sua projeção para o preço do Brent para a faixa de US$ 60 a US$ 56 no restante de 2025 e para US$ 56 a US$ 52 em 2026. Na mesma linha, o Morgan Stanley reduziu suas estimativas para o preço do Brent no segundo trimestre de US$ 65 para US$ 60 e de US$ 62,50 para US$ 57,50 no segundo semestre de 2025. Já na primeira metade do ano que vem, o banco vê o preço do barril a US$ 55, ante previsão de US$ 65 anteriormente.
Fonte: Valor Online
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