A PRIO pretende ampliar a sua oferta de gás natural no país para ajudar a deslocar diesel na matriz energética brasileira. A estratégia da empresa é usar parte do volume 1 milhão de m3/dia, que começará a ser exportado no final do ano e o começo de 2026, com a entrada em operação do campo de Wahoo. “O diesel é um energético que a gente procura combater. O Brasil é importador líquido de diesel. Claro que o diesel tem suas vantagens, no transporte, no custo de armazenagem. A sua densidade energética é muito maior. Mas o mercado off gride, quando a gente enxerga em termos de escala, é um mercado que a gente gostaria de participar sim”, afirmou Gustavo Hooper, que é Head de Trading & Shipping da PRIO. Para ele, é um mercado, no entanto, que tem desafios e exige grandes investimentos nos próprios clientes. “A gente está disposto a construir soluções comerciais para viabilizar esse mercado, que é um dos mercados que a gente acredita”. Bruno Menezes, Diretor de Desenvolvimento de Negócios, destacou que a empresa vê grande potencial para o gás natural, com a abertura do mercado brasileiro.
Fonte: Eixos
Related Posts
MME: dificuldade de acesso às infraestruturas é barreira à queda do preço do GN
As infraestruturas de escoamento e processamento são hoje um dos principais fatores de impacto sobre os preços do gás natural no Brasil, na avaliação do MM)., Marcello Weydt, diretor de GN do Ministério,...
Shell defende acesso negociado a sistemas integrados de gás
A Shell apoia a preservação do acesso negociado às infraestruturas de escoamento e processamento de gás natural. A companhia aponta que o modelo é indispensável e defende mudanças na minuta apresentada pela...

