A ANP autorizou a Diamante Comercializadora de Energia a comercializar gás natural.
O grupo Diamante opera o complexo termelétrico Jorge Lacerda (740 MW), em Santa Catarina, e se prepara para o futuro sem geração a carvão.
A companhia aposta, nesse sentido, na captura e armazenagem de carbono (CCS) e na geração a gás como vetores de sua estratégia de transição – além de mirar oportunidades na indústria de fertilizantes nitrogenados.
Em abril de 2023, a empresa lançou uma joint venture com o grupo Nebras Power, subsidiária da Qatar Electricity & Water Company (QWEC), para investir R$ 5 bilhões em dois projetos de termelétricas a gás, em Santa Catarina: Norte Catarinense (600 MW), projeto adquirido da Engie; e uma nova unidade geradora de 440 MW, a ser implantada dentro do próprio Complexo Jorge Lacerda. A Diamante comprou o complexo da Engie, por R$ 325 milhões. As operações utilizando o carvão como combustível estão previstas para terminar em 2040. A expectativa, nesse sentido, é que a Diamante assine um contrato na modalidade de energia de reserva, como parte do Programa de Transição Energética Justa (TEJ) para a região carbonífera de Santa Catarina.
Fonte: Eixos
Related Posts
Leilão do gás da União, sem Petrobras, pode ajudar a desenvolver mercado spot, diz Antônio Guimarães
O leilão do gás natural da União deveria deixar a Petrobras de fora de sua estrutura, para garantir a desconcentração do mercado, defende o CEO da Bolsa Brasileira de Gás Natural e Biometano (BBGN), Antônio...
Cariri recebe rede de GN após investimento de R$ 25 mi
A região do Cariri (CE) passou a contar com fornecimento de gás natural canalizado com o início da operação da estação de distribuição de gás natural do município, construída pela Cegás. Com investimento de...

