Av. Alm. Barroso, 52 - sl 2002 - Centro- RJ
+55 21 3970-1001/3970-1008

Economia do GNV frente ao álcool e à gasolina já é igual ou superior a 50% em seis estados do Brasil

Economia é calculada pelo custo por quilômetro rodado na comparação com gasolina e etanol; ante etanol, GNV é 50% ou mais econômico em 12 dos 19 estados que compõe o estudo.

O Gás Natural Veicular (GNV) ficou ainda mais competitivo após os reajustes de preços da gasolina e etanol ao longo dos últimos meses. Estudo realizado em novembro pela Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado) aponta que, na comparação com etanol e gasolina, o GNV é uma opção 50% ou mais econômica em seis dos 19 estados brasileiros que compõem a análise: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Sergipe e Amazonas.

Na comparação com o etanol, a abrangência ainda maior. A economia do GNV é igual ou superior a 50% em outras seis unidades da federação: Alagoas, Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

“A alta dos preços da gasolina e do etanol fez do GNV uma opção ainda mais econômica para o consumidor. De acordo com o nosso estudo, a economia é a igual ou superior a 45% em 13 estados, comparando com os dois combustíveis líquidos. As vantagens econômicas e ambientais do GNV estão cada vez mais sendo difundidas pelas nossas associadas, por meio de campanhas educativas e de incentivo”, destaca o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.

Para ficar claro como houve variação nos preços da gasolina e etanol, basta observar o estado de São Paulo. O quilômetro rodado na segunda semana de outubro custava R$ 0,15 (GNV), R$ 0,31 (gasolina) e R$ 0,29 (etanol). Desde então não houve variação no GNV. Já a gasolina subiu para R$ 0,32 enquanto o etanol teve uma alta de R$ 0,04, chegando a R$ 0,33 por quilômetro rodado.

No Rio Grande do Sul, o etanol subiu R$ 0,03 por quilômetro rodado no período. Na Bahia, R$ 0,02 e em Pernambuco, R$ 0,01. Não houve variação do GNV nesse período nesses estados, de acordo com os dados da ANP.

 

Fonte: Comunicação ABEGÁS

Notícias relacionadas