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GNV apresenta economia igual ou superior a 50% ante etanol em 13 estados do País, revela estudo da Abegás

Rio de Janeiro é o estado em que o GNV proporciona maior economia, com 62% na comparação com etanol e 58% ante a gasolina; Espírito Santo, Pernambuco e Santa Catarina também apresentam alto nível de competitividade do GNV frente aos combustíveis líquidos.

O Gás Natural Veicular (GNV) segue com elevado índice de competitividade em todo o País na comparação com os combustíveis líquidos, conforme aponta estudo realizado da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) realizado na segunda quinzena de setembro.

Dos 17 estados que compõem o levantamento da Abegás, 13 registraram, para quem usa o GNV, uma economia igual ou superior a 50% ante o etanol: Alagoas (58%), Amazonas (50%), Bahia (55%), Ceará (56%), Espírito Santo (60%), Mato Grosso do Sul (50%), Paraíba (57%), Pernambuco (60%), Rio de Janeiro (62%), Rio Grande do Norte (56%), Rio Grande do Sul (55%), Santa Catarina (60%) e Sergipe (57%).

Em São Paulo, diferentemente da maioria dos estados, o GNV é mais competitivo na comparação com a gasolina (52%) — frente ao etanol, a economia é de 49%. O mesmo acontece em Minas Gerais: 49% ante a gasolina e 48% ante o etanol.

Os estados em que o GNV é mais competitivo em relação aos dois combustíveis líquidos, em média, são Rio de Janeiro (62% sobre o etanol e 58% sobre a gasolina), Pernambuco (60% e 54%, respectivamente), Espírito Santo (60% e 52%) e Santa Catarina (60% e 51%).

No Rio de Janeiro, de acordo com a metodologia da Abegás, um quilômetro rodado com GNV custa R$ 0,15, enquanto com a gasolina essa mesmo trecho chega a R$ 0,36 e com o etanol, R$ 0,41. Isso significa que, para rodar 100 quilômetros abastecendo em postos fluminenses, um motorista desembolsa, em média, R$ 15 com GNV, R$ 36 com gasolina e R$ 41 com etanol.

“O GNV gera economia para o consumidor e deve ser uma alternativa cada vez mais incentivada. O País precisa estimular a adoção de veículos pesados movidos a GNV em centros urbanos. O transporte público nos municípios ganharia em eficiência e economia e a população com a melhoria da qualidade do ar com a redução da emissão de poluentes”, afirma o presidente executivo da ABEGÁS, Augusto Solomon.

 

Metodologia do estudo

Para calcular os percentuais de economia do GNV em relação a cada combustível, o estudo da Abegás utiliza dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O levantamento levou em conta a média de preços apurados pela ANP nos postos de combustíveis em cada estado na terceira semana do mês de setembro deste ano.

Como referência para estimar a performance com cada combustível, a Abegás usa os números do Fiat Siena, veículo que traz em seu manual de fábrica o consumo médio com os três combustíveis. Com um metro cúbico de GNV é possível percorrer em média 13,2 km enquanto com um litro de gasolina o carro anda 10,7 km e com um litro de etanol, apenas 7,5 km.

A estimativa de economia mensal é medida com base em veículos que rodem 2.500 km por mês, usando o GNV em substituição à gasolina e ao etanol.

Fonte: Comunicação ABEGÁS

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