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Sudeste: Economia mensal na região pode chegar a R$ 744 para carros que rodam até 2.500 km

O Rio de Janeiro é o estado em que o GNV apresenta os mais elevados índices de competitividade do Brasil. É o único a registrar 65% de economia na comparação ao etanol. Lá, o custo para rodar 100 quilômetros com GNV é de apenas R$ 16, enquanto com a gasolina chega a R$ 37 e com o etanol salta para R$ 45. Para quem usa GNV no Rio e roda 2.500 quilômetros em 30 dias, essa economia é de R$ 523 (ante o custo com gasolina) e de R$ 744 (ante o custo com etanol).

No Espírito Santo, o custo para rodar 100 quilômetros com GNV é de apenas R$ 17, metade do desembolso com gasolina, R$ 34 e com o etanol, R$ 43. O que garante aos capixabas 51% na comparação com a gasolina e 61% na relação com o etanol. Para quem usa GNV e roda 2.500 quilômetros por mês, o valor economizado pode variar de R$ 436 (frente ao custo para abastecer com gasolina) a R$ 662 (custo com etanol).

Em São Paulo, o custo para rodar 100 quilômetros com GNV, assim como no Rio de Janeiro, é de apenas R$ 17. O desembolso para percorrer essa distância é de R$ 33 com gasolina e R$ 36 com o etanol. Rodar 2.500 quilômetros com GNV representa uma economia mensal de R$ 408 ante a gasolina e de R$ 482 ante o etanol.

Em Minas Gerais, o GNV garante 44% de economia na comparação com a gasolina e 48% com o etanol. Para rodar 100 quilômetros, o custo é de R$ 20 com GNV e de R$ 35 com a gasolina e R$38 com etanol. Para rodar 2.500 quilômetros com GNV, a economia pode variar de R$ 481 (custo adicional com gasolina) a R$ 461 (custo adicional com etanol).

Para realizar a análise, a Abegás utiliza como referência o veículo Fiat Siena, que já contempla em seu manual de fábrica o consumo com os três combustíveis e percorre 13,2 km por metro cúbico de GNV, 10,7 km com gasolina e 7,5 km com o etanol. O estudo utiliza como base para o calculo da economia mensal proporcionado pelo GNV veículos que rodam em média 2.500 km em 30 dias. Os preços médios são os registrados pela ANP na quarta semana de novembro.

Fonte: Comunicação ABEGÁS

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